# Levantamento nos EUA relata nascimento ou gestação acima de 20 semanas em 70% das receptoras de transplante de útero

- Publicada: 2026-10-26T15:29:43.000Z
- Atualizada: 2026-10-26T16:48:11.887Z
- Editoria: Pesquisa
- Assuntos: Reprodução assistida, Infertilidade
- Página: https://fertya.com/pt/n/2026/10/26/levantamento-nos-eua-relata-nascimento-ou-gestacao-acima-de-20-semanas-em-70-das/
- Fontes: [BioNews](https://progress.org.uk/seventy-percent-of-uterus-transplants-result-in-live-births)

## Resumo

Uma análise dos transplantes de útero realizados nos Estados Unidos na última década incluiu 60 procedimentos. Segundo a BioNews, 70% das receptoras tiveram um nascimento ou estavam grávidas além de 20 semanas ao fim do período estudado. Nove úteros precisaram ser removidos até 30 dias após a cirurgia. Entre 31 transplantes realizados desde 2020, houve um único caso de rejeição, de acordo com os autores; o levantamento não detalha seu desenho metodológico.

Entre os transplantes considerados bem-sucedidos, mais de 80% das receptoras tiveram um nascimento. Ao todo, nasceram 48 bebês, e nove receptoras tiveram duas gestações bem-sucedidas. Mais da metade dos bebês nasceu prematuramente. Entre 29 crianças avaliadas aos 3 anos, todas apresentaram crescimento considerado normal, embora os médicos devam continuar acompanhando seu desenvolvimento. O trabalho completo foi publicado na revista Obstetrics and Gynaecology, conforme informado pela BioNews.

## Por que importa (interpretação editorial)

O levantamento reúne resultados de transplantes de útero realizados nos Estados Unidos e sugere que o procedimento pode levar a nascimento ou gestação além de 20 semanas em parte das receptoras. Os dados também apontam para riscos e incertezas, como remoção do útero, prematuridade e a necessidade de acompanhar o desenvolvimento das crianças.

_Resumo da Fertya, com palavras próprias, a partir das fontes acima, preparado com ajuda de IA, conferido contra as fontes e acompanhado pela equipe. Para detalhes, leia as matérias originais. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com seu médico._
